NOTA DE PESAR

16 de Março de 2018

MARIELLE FRANCO

Marielle Franco, execução anunciada

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DE PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME (FENAFAL), se soma a todas as entidades do movimento brasileiro de negras e negros, para registar seu pesar e sua indignação pelo brutal assassinato da vereadora e ativista negra Marielle Franco.

A execução da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) na noite da ultima quarta-feira, 14, na região central do Rio de Janeiro, é o tipo de crime anunciado, característico da máfia (fardada ou não) que controla a vida social na antiga Capital Federal do Brasil. Silenciamentos políticos deste tipo costumam ocorrer nas brenhas sem-lei do Pará e no interior do Nordeste. Nas grandes cidades, assassinatos de políticos combativos têm uma clara intencionalidade: deixem a criminalidade organizada fora de suas agendas!  Marielle foi vítima de um Sistema treinado para matar negros e negras neste país.

O fuzilamento covarde de Marielle exibe uma face cruel, sanguinária e grotesca dos senhores das armas na capital fluminense. Cenas também comuns num mundo globalizado pelo terror dos grupos criminosos vinculados ao tráfico de armas e de drogas, quase corriqueiras em Los Cabos (México), em Caracas (Venezuela) e em Fortaleza.

Pessoas que tentam fazer política para o bem, como Marielle, se credenciam automaticamente a criar desconforto e ameaça para os barões da coca e para os negociantes de armas automáticas nos mercados informais. É o que pode ocorrer também com jornalistas e comunicadores que se colocam em defesa da população jogada à própria sorte. Ou com juízes, promotores e membros dos ministérios públicos que tentam fazer valer o mínimo de ordem e respeitos às leis.

É importante ressaltar que a execução da vereadora negra, oriunda do complexo de comunidades da Maré, tem um quê de reflexo da desastrosa intervenção federal decretada recentemente naquela cidade. As forças armadas, afinal começam a combater e investigar criminosos dentro da estrutura da PM fluminense. Ela foi morta sem aviso-prévio depois de exercer 14 meses de seu mandato, jogando luz sobre o verdadeiro genocídio que a população negra favelada é condenada naquele lugar.


ASPPAH realiza mais um encontro na Borborema

15 de Novembro de 2017

ASPPAH realiza III Encontro de Pessoas com Doença Falciforme da Borborema

13 de Novembro de 2017

O Conselho Municipal de Saúde de Campina Grande (CMS/CG), juntamente com a Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande (CMS-CG) e a Associação Paraibana de Portadores de Anemias Hereditárias (ASPPAH) realizarão no dia 17 de novembro, no auditório da Vila do Artesão, das 8h às 17h, o “III Encontro de Pessoas com Doença Falciforme da Borborema”.

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PREFEITURA DO CONDE ANUNCIA PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL

9 de Junho de 2017
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Coordenadores foram recebidos pela equipe da Secretaria de Saúde

Na última quarta-feira, 7, os coordenadores Dinaci Tenório, Eduardo Braga, Ana Helen Vieira Braga e Dalmo Oliveira estiveram na cidade do Conde, na Região Metropolitana da capital paraibana, para participar de reunião com a nova equipe da Secretaria de Saúde daquele município. Eles foram recepcionados por Neuma da Costa Salles, gerente administrativa, e Dayanne Christinne Franklin , chefe de Departamento de Vigilância em Saúde.

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PREFEITO NÃO VETE A VIDA!

17 de Maio de 2017
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Criança examinada no Hemocentro da Paraíba durante mutirão em 2012 | Foto: Dalmo Oliveira

Há mais de cinco anos a ASPPAH vem tentando convencer a Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (SMS-JP) a implantar um serviço especializado na nossa rede pública de saúde para a realização de procedimento ambulatorial na prevenção do acidente vascular encefálico (AVE) em pacientes com doença falciforme (DF). Leia o resto deste artigo »


MUDANÇA DE GOVERNO PÕE EM RISCO POLÍTICA PÚBLICA PARA TRATAMENTO DA DOENÇA FALCIFORME

25 de Outubro de 2016
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Dalm0 discute com especialistas durante Simpósio em Fortaleza | Foto: Fabiana Veloso

Depois de mais de 10 anos de expansão de políticas públicas em saúde pública destinadas ao tratamento da doença falciforme, a mudança de governo na esfera federal pode ocasionar uma interrupção abrupta no programa nacional de atenção integral às pessoas com esse tipo de hemoglobinopatia, mantido pelo Ministério da Saúde. Estima-se que no Brasil, mais de 200 mil pessoas com esse tipo de patologia, genética e hereditária, dependam do SUS.

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19 de julho, um dia contra a negligência

20 de Junho de 2016